A consulta médica que me ensinou uma lição!!!


Eu começei a sentir algumas tonturas, e muitas das vezes tudo girava ao meu redor, o negocio estava feio, Então eu fui ao médico, Após um tempo de espera, entrei na sala do medico e lá ele realizou todas as verificações de costume,  pressão sanguínea, freqüência cardíaca, peso  e  fez algumas perguntas  sobre o que estava sentindo que o tinha levado àquela consulta médica.

O processo durou uns cinco minutos
e durante todo esse tempo o medico não deu um sorriso sequer. Na verdade, ela mal tirava os olhos do computador.
  Depois da consulta, fui a um outro consultório medico, pois o medico nos tratou tão mal que fomos pedir orientação a outo profissional.
“Olá”, cumprimentou o Medico (Julio Basilio era seu nome)   manteve uma conversa amigável e tranqüila. Devagarzinho, eu começei a relaxar, até sorriu em resposta.

Apesar de a vocação deles serem parecidas, aquelas dois homens não poderiam ser mais diferentes. O medico (cujo nome não procurei saber) passava tristeza e insatisfação, desde suas frases curtas, até seus desvios de olhar e sua expressão fria. Tudo nele gritava que ela deveria estar em algum outro lugar. E, sinceramente, suas atitudes me fizeram desejar que eu também estivesse.

Doutor Júlio, por outro lado, irradiava alegria. Sua cordialidade e sua atenção não apenas me fizeram acalmar, mas também me convenceu de que ele estava feliz em me servir.

Queria saber o que faz a diferença nessas dois homens. Será a personalidade (algumas pessoas vêem o “copo meio vazio”, enquanto outras focalizam o lado positivo)? O modo como seus pais as ensinaram a tratar os outros? Uma expressão da fé deles  ou a falta disso? Eu, provavelmente, nunca saberei.

O que sei é que, como cristã, quero ser como o Doutor Júlio Basílio. O apóstolo Paulo disse: “Tudo quanto fizerdes, fazei-o de todo o coração, como para o Senhor e não para homens” (Colossenses 3:23). Isso soa simples superficialmente. Mas, como minha vida será diferente se eu tratar cada tarefa,  não apenas as divertidas, mas na lavanderia, dirigindo, lavando o banheiro,  como se eu estivesse fazendo para Jesus! Penso que quando meus sobrinhos me encontrarem esfregando o chão  ou quando meus colegas de trabalho me virem lutando para cumprir um prazo, devo estar portando um sorriso, ao invés de estar resmungando.

E espero que possa passar um tipo de alegria que faça com que as pessoas desconhecidas se lembrem do meu nome.

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