A sabedoria convencional questiona quanto pode
ser realizado com pouco. A nossa tendência é acreditar que muito mais
pode ser feito se possuirmos grandes recursos financeiros, funcionários
talentosos e ideias inovadoras. Mas, essas coisas não fazem diferença
para Deus. Considere apenas dois exemplos:
Em
Juízes 3:31, Sangar era um homem relativamente desconhecido que,
libertou, sozinho, Israel dos filisteus. Como? Ele teve uma grande
vitória matando 600 filisteus com nada mais que uma aguilhada de bois
(vara comprida usada para conduzir o gado, com um ferro pontudo numa das
extremidades).
Em Êxodo, quando Deus
pediu a Moisés para liderar o povo de Israel na saída do Egito, Moisés
teve medo que o povo não lhe desse ouvidos ou o seguisse. Assim, Deus
disse: “…Que é isso que tens na mão?” (4:2). Moisés respondeu: “…Um
bordão”. Então, Deus usou o bordão na mão de Moisés para convencer o
povo a segui-lo, transformar o rio Nilo em sangue, trazer grandes pragas
sobre o Egito, abrir o Mar Vermelho e realizar milagres no deserto.
O
bordão de Moisés e a aguilhada de Sangar, quando dedicados a Deus,
tornaram-se ferramentas poderosas. Isto nos ajuda a perceber que, quando
nos rendemos a Deus, Ele pode usar o pouco que temos para fazer grandes
coisas através de nós ou nas nossas circunstâncias adversas. Deus não
procura pessoas com grandes capacidades, mas aquelas que se dedicam a
seguir e obedecer-lhe.
Linda abertura das Olimpíadas de Londres
Num espetáculo fantástico de organização, esmero e apego aos seus valores e tradições, os ingleses exibiram ao mundo uma síntese perfeita da história do Reino Unido, ou seja, Inglaterra, Escócia, País de Gales e Irlanda do Norte, desde os primórdios das suas fazendas de gado e sua vida no campo, passando pelo êxodo rural que desaguou na Revolução Industrial no século XVIII e a sua expansão pelo mundo a partir do século XIX.
O ator Kennet Branagh, o maior ator britânico representativo de Shakespeare, liderou diversos voluntários que deram vida à tais encenações, exibidas de forma magnífica nessa abertura, inclusive na construção dos anéis olímpicos a ferro e fogo.
O Cavalo Cego
Se você ficar observando, ouvirá um sino. Procurando de onde vem o som, você verá que há um pequeno sino no pescoço do cavalo menor. Assim, o cavalo cego sabe onde está seu companheiro e vai até ele.
Ambos passam os dias comendo e no final do dia o cavalo cego segue o companheiro até o estábulo. E você percebe que o cavalo com o sino está sempre olhando se o outro o acompanha e, às vezes, pára para que o outro possa alcançá-lo. E o cavalo cego guia-se pelo som do sino, confiante que o outro o está levando para o caminho certo. História bonita né.
Como o dono desses dois cavalos, Deus não se desfaz de nós só porque não somos perfeitos, ou porque temos problemas ou desafios. Ele cuida de nós e faz com que outras pessoas venham em nosso auxílio quando precisamos.
Algumas vezes somos o cavalo cego guiado pelo som do sino daqueles que Deus coloca em nossas vidas. Outras vezes, somos o cavalo que guia, ajudando outros a encontrar seu caminho.
E assim são os bons amigos. Você não precisa vê-los, mas eles estão lá.
Por favor, ouça o meu sino. Eu também ouvirei o seu.
Viva de maneira simples, ame generosamente, cuide com devoção, fale com bondade… E confie, deixando o resto por conta de Deus.
O sorriso da dor
Um certo dia voltando do meu trabalho, na epoca trabalhava em
copacabana no rio de Janeiro e antes de pegar o trem na central do
brasil para voltar p casa,desci no largo da carioca para comprar um
sapato.quando me deparei com um homem , trajando roupas coloridas e
sapatos engraçados. O homem pulava de um lado para outro, tal qual macaco de
galho em galho, ocupando seu espaço no Largo da Carioca. As pessoas à minha
volta, principalmente os pequeninos, riam histericamente, da cena em que o
pobre homem, além de fingir soltar gases, fingia também, uma alegria que não
sentia. Por detrás de tanta pintura, no rosto enrugado pelo tempo, no íntimo do
ser humano, que todos somos, percebia-se um lamento de dor alucinante, o qual,
somente os mais sensíveis, detectavam. Havia no chão, a minha frente, um chapéu
preto surrado, igual a cartola de mágico, com uma enorme flor amarela amassada,
onde percebi que, as pessoas colocavam moedas e notas pequenas. O garoto que
cuidava do chapéu, deveria ter uns oito anos, mais ou menos, era magro que dava
dó, muito pálido e, tinha os grandes olhos azuis, marejados por um lamento de
dor. Pensei então, comigo mesmo: - Porquê esse menino está chorando, se está
com o chapéu quase cheio de gorjetas? E foi então, que resolvi me aproximar do
garoto, para conversar e entender tudo aquilo. Para minha surpresa, o garoto
explicou que era filho daquele homem, que tanto fazia os transeuntes rirem e
que, tanto ele quanto o pai, estavam desolados pois, o caçulinha da família,
estava muito doente, e o pai, desempregado, vestiu-se de palhaço e foi para as
ruas arrancar risadas do público que, agradecido, deixava sempre, uma esmolinha
no velho chapéu. E eu que, minutos atrás, pensava em qual sapato novo iria
comprar, achando isso um dilema. Envergonhada, confesso, me senti
pequena tão mesquinha . Dei ao menino o valor do sapato que iria comprar,
e me retirei pensando que, a vida tem dessas facetas. Eu sabia que, no fundo,
aquele sorriso nervoso escondia algo. E pensar que, às vezes, nos queixamos de
coisas tão insignificantes! Aquele pobre homem, na esperança de ajudar o filho
doente, engoliu a sua dor e foi para as ruas arrancar risos da platéia, que
alheia à tudo isso, aplaudia o palhaço triste, que sorria para não chorar!...
Templo de Samolão
Se todos compreendessem o significado e a
grandeza do Templo. ainda que o templo erguido por Salomão, no
passado, restaurou a vida das pessoas, assim como acontecerá com o que
vai ser erguido aqui no Brasil: “Até mesmo o povo judeu terá a vida restaurada;
não somente os cristãos.
O templo significava a presença de Deus com o Seu
povo. o povo judeu traz dentro de si o sonho de vê-lo
erguido.
“Quando ele estiver pronto, será como se você estivesse chegando ao
Altar de Deus; tamanha será a sua grandeza!O templo vai arremeter a fé atual para a fé antiga, pura, sem
malícia”Vomos todos nos unir num só proposito de terminar a construção do templo de salomão. Eu estou nessa fé e você? Deixe o seu comentário.
1. A moça desta foto se chama Katie Kirkpatrick, e tem 21 anos. Ao lado
dela está seu noivo Nick de 23 anos. A foto foi tirada pouco antes da
cerimônia de casamento dos dois, realizada em 11 de janeiro de 2005, nos
EUA. Katie tem câncer em estado terminal e passa horas por dia recebendo medicação. Na foto Nick aguarda o término de mais uma de suas sessões.
2. Apesar de sentir muita dor, de vários órgãos esteram apresentando falências e de ter que recorrer à morfina, Katie levou adiante o casamento e fez questão de cuidar de todos os detalhes. O vestido teve que ser ajustado várias vezes, pois Katie perde peso todos os dias devido ao câncer.
3. Um acessório inusitado na festa foi o tubo de oxigênio usado por Katie. Ele acompanhou a noiva em toda a cerimônia e na festa também. O outro casal da foto são os pais de Nick, emocionados com o casamento do filho com a mulher que ele foi namorado desde a adolescência.
4. Katie, sentada em uma cadeira de rodas e com o tubo de oxigênio, escutando o marido e os amigos cantando para ela.
5. No meio da festa, Katie pára para descansar um pouco. A dor a impede de ficar em pé por muito tempo.
6. Katie morreu 5 dias depois do casamento. Ver uma mulher tão debilitada vestida de noiva e com um sorriso nos lábios nos faz pensar: A felicidade sempre está ao alcance, dure enquanto dure, por isso devemos deixar de complicar nossas vidas…
2. Apesar de sentir muita dor, de vários órgãos esteram apresentando falências e de ter que recorrer à morfina, Katie levou adiante o casamento e fez questão de cuidar de todos os detalhes. O vestido teve que ser ajustado várias vezes, pois Katie perde peso todos os dias devido ao câncer.
3. Um acessório inusitado na festa foi o tubo de oxigênio usado por Katie. Ele acompanhou a noiva em toda a cerimônia e na festa também. O outro casal da foto são os pais de Nick, emocionados com o casamento do filho com a mulher que ele foi namorado desde a adolescência.
4. Katie, sentada em uma cadeira de rodas e com o tubo de oxigênio, escutando o marido e os amigos cantando para ela.
5. No meio da festa, Katie pára para descansar um pouco. A dor a impede de ficar em pé por muito tempo.
6. Katie morreu 5 dias depois do casamento. Ver uma mulher tão debilitada vestida de noiva e com um sorriso nos lábios nos faz pensar: A felicidade sempre está ao alcance, dure enquanto dure, por isso devemos deixar de complicar nossas vidas…
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