Parada Inesperada (filme)

 Ola precyosas (os) Aproveitei a noite de quinta-feira para ver um filme que me indicaram, Parada Inesperada, e gostei tanto que quero compartilhar com vocês. Depois de A Prova de Fogo e Amor Impossível não tinha assistido a um bom filme cristão que abordava o amor como tema principal, e com leveza e realidade o filme nos faz acreditar em amor mais uma vez.  Dr.ª Lisa Leland (Candace Cameron Bure) é uma brilhante cirurgiã, mas extremamente sem paciência no que se refere ao trato com os pacientes.

 Ela resolve trocar a correria de um grande hospital em Los Angeles para se unir ao seu namorado, dr. Steve (Andrew Bongiorno), um médico que presta atendimento domiciliar cuidando das pessoas ricas e famosas de Hampton.                                                                          

No caminho para essa nova vida, ao dirigir, ela bate em uma placa de sinalização, logo uma Parada Inesperada na pequena cidade de Normal é inevitável, pois seu BMW fica destruído. Conduzida até a delegacia, é considerada culpada por excesso de velocidade e condenada a prestar serviços comunitários – como médica – nesse vilarejo com, aproximadamente, 321 habitantes. Nesse lugar, sem sinal telefônico, cartões de crédito e até mesmo o básico café com leite, ela vivencia grandes confusões e descobre que o verdadeiro segredo da vida é o amor. Lisa Leland é uma grande cirurgiã, tão cética e arrogante quanto brilhante, sem paciência para cuidar dos seus pacientes, ela decidi trocar sua vida corrida em um grande hospital de Los Angeles, para prestar atendimento domiciliar para pessoas ricas nos Hampton com o namorado, dr. Steve. Durante sua viagem de carro para Nova York, Lisa é parada por um policial e levada até o juiz da cidade após ser pega dirigindo em alta velocidade e bater em uma placa. Além das infrações, a médica está devendo 23 multas, o que faz com o juiz da cidade decida condená-la a prestar serviços comunitários como médica durante três dias. Acostumada com os luxos da cidade grande, Lisa detesta a cidadezinha, desde a falta de sinal para telefone até os próprios cidadãos.

 E é exatamente em um dos seus momentos de grosseria que ela conhece Lucas e que seus destinos se cruzam para sempre. Lisa e Lucas dividem uma história inicial parecida dos filmes que já conhecemos, as diferenças entre os dois faz com que eles vivam trocando farpas e tudo acaba em brigas, mas após ela salvar um membro de sua família, eles se dão uma nova chance e começam a se conhecer de verdade.

Tudo poderia ser muito clichê até nos ser mostrado que a vinda de Lisa para a cidadezinha é resultado de oração e embora ela não acredite no mesmo Deus de Lucas, tudo pode mudar.   Créditos *-* Com leveza, doçura e simpatia a história nos é apresentada e você vai torcer pelos protagonistas até o fim, pelo menos foi o que aconteceu comigo. Estou apaixonada pelo filme e com certeza ele entrou para a minha listinha de filmes favoritos. Afinal o amor acontece, o amor é real e Deus é tão romântico quanto nós imaginamos, se confiarmos Nele uma história Ele nos dará! Temos uma importância nesse mundo muito maior e mais significativa quanto imaginamos, talvez não vamos ser famosas e fazer obras de grande destaque para o universo cristão, mas Deus separou cada um de nós para um momento, nos deu um chamado e talvez pela correria da vida e a vontade de conquistar mais e mais no mundo material acabamos ignorando a fé. Deus tem propósitos para cada uma de nós, basta escolhermos ouvi-Lo. Alguém já viu e gostou? Quem ainda não viu mais ficou com vontade me conte depois o que achou *-* Beijinhos :* 

Minha Casinha Branca...

E quem nunca se viu imaginando a própria casinha branca? Pode ser qualquer coisa que nos faça “sair de cena”, nos proporcione o conforto e o sossego de estar em paz consigo mesmo.

Tem uma frase que diz que “Quando você está feliz, você curte a música. Quando está triste, entende a letra.” E é verdade! Acho que depois de cantar mecanicamente a canção tantas e tantas vezes, chega o dia em que você começa a mergulhar na mente do autor, viaja pelas ‘entrelinhas’ e se deixa tocar de fato pela mensagem a ser passada. A música tem esse poder, mais do que a gente imagina.


“Ter uma casinha branca de varanda. Um quintal e uma janela. Para ver o sol nascer”

É tão interessante a expressão singela do cantor. Tanta coisa que talvez lhe
O autor descreve que o lugar deva ser de “mato verde.” Um lugar fértil já que ele diz na música que precisa “plantar e colher”. A forma de criar sua subsistência já é por si só admirável. Somente plantar e colher o suficiente pra sobreviver. Outra coisa interessante é que esse seria seu trabalho. Ele não ficaria deitado numa rede ou num quarto se lamentando do sonhos que pereceram... Iria plantar, iria colher...

"Cada um tem seu mistério, Seu sofrer, sua ilusão"

No fundo todos carregam anseios, sonhos, sofrimentos. Basta um pouco de bom senso para saber que nossos problemas não são maiores que o dos outros e vice-versa.

 o quintal e a janela daria a ele uma vista que revigorasse suas forças. Ver o sol nascer! Pra quem já teve essa experiência sabe o quanto é maravilhosa, ainda mais todos os dias! Felizes aqueles que podem vê-lo sem reclamar que acordaram cedo.

Casinha branca é uma canção que resgata em nós valores que por vezes são esquecidos. Aquilo que é essencial na nossa vida, que temos de precioso e que muitas vezes é deixado para trás. Que o anseio por uma vida boa e o conforto presente em nossa agitação, não apague em nós o desejo de conservar a simplicidade, de valorizar aquilo que realmente importa, e principalmente... o desejo de querer voltar a casinha branca quantas vezes forem preciso.

Independência ou Morte!

Sete de setembro o Brasil pára para proclamar que é independente. Não é mais uma colônia portuguesa, explorada por sua metrópole, que retirava do Brasil todas as suas riquezas, que acabava com as características próprias desta terra. O Brasil agora é um Estado próprio com povo, território e soberania. É um país livre.
Como desejou D.Pedro I, o príncipe-regente, ao gritar: "Independência ou morte!"
Então vomos meditar sobre a nossa própria independência. É isso mesmo! Você não leu errado. Vamos falar sobre a nossa independência: somos independentes, somos livres!
Conosco aconteceu uma história semelhante à da Independência do Brasil: a História da Salvação.
Nós éramos colônia, explorada pelo pecado que nos destruia e nos desconfigurava, assim como aconteceu com o território brasileiro. O pecado destruía o território do nosso coração, levava de nós todas as riquezas que Deus Criador havia colocado em nós. Essa situação necessitava uma mudança, então, entrou em cena o nosso libertador.
Se D.Pedro I precisou se considerar um integrante do povo, renunciando à sua majestade, para libertar o Brasil, Cristo fez igualmente. Renunciou à sua majestade, se fez homem, igualou-se a nós em tudo, exceto no pecado. Foi Ele que através da  morte e ressureição, deu o grito que nos libertaria para sempre. Independência do pecado ou morte, gritou Jesus. Ele quis nos libertar do pecado porque o salário do pecado é a morte!(Rm 6,23) E assim fomos libertos para sempre!!!
Mas, se muitos ainda não consideram o Brasil um país independente, é porque ainda existem traços de dependência. Assim também acontece com muitos cristãos, que ainda mostram traços de dependência do pecado porque se deixam levar por suas próprias concupiscências. E a única dependencia do Cristão deve ser Jesus, o nosso Libertador!
Mas lembre-se: "É para que sejamos homens livres que Cristo nos libertou. Ficai, portanto, firmes e não vos submetais outra vez ao jugo daescravidão.” (Gl 5,1)   
Viva a liberdade!
Seja independente e viva a Santidade em plenitude, na liberdade que Cristo lhe concedeu!